Para virar, use a seta
Motoristas e ciclistas devem indicar deslocamentos laterais, conversões, ultrapassagens e paradas.
O título da matéria sugere um ato simples, básico, primário para qualquer motorista de carro, moto, ônibus, caminhão ou outro veículo. E de fato é. O problema é que muitos condutores ainda relutam em acionar a seta (também conhecida por pisca ou indicador de direção) na hora de fazer uma conversão de uma rua para outra ou estacionar.
O Código de Trânsito Brasileiro determina o uso da seta (ou ainda o uso do próprio braço, quando o indicador de direção estiver estragado, por exemplo) nas ultrapassagens, segundo os artigos 29 e 35, nos deslocamentos laterais (mudanças de faixas), conversões, retornos e quando há intenção de parar o veículo de modo regulamentar. Não usar o equipamento nessas situações constitui infração grave, segundo o artigo 196, punível com multa de R$ 127,69 e desconto de quatro pontos na carteira.
E não são só motoristas que devem ligar a seta. Ciclistas, que não possuem o equipamento nas bicicletas, devem indicar a direção para a qual seguirão esticando o braço. A medida garante maior organização e segurança no trânsito, além de manter a boa convivência e o respeito. Geralmente, o gesto só é hábito entre ciclistas profissionais, mas o correto é que seja feito por todos que circulam pelas ruas dividindo espaço com outros tipos de veículos. Colabore você também.
Fonte: Gazeta do Sul, 28/03/2009, no Portal do Trânsito. (Portal BHTrans)
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Hoje eu fiquei muito prostituto da vida… me sinto na obrigação de fazer alguma coisa, estava esperando para atravessar uma rua proxima ao Jockey Clube de São Paulo, quando um senhor dirigindo uma Mercedes Bens, falando ao telefone quase me atinge.
Fiquei com uma mistura de sentimentos, revolta, impotência e ira.
Foi aí que a minha namorada lançou uma frase que me fez pensar… ele deve ser muito importante para se sentir na obrigação de usar a seta, uma pessoa digirindo uma mercedes, no celular, deve estar acima da lei não é mesmo??
Estou MUITO revoltado e disposto a tomar medidas para que as leis de transito sejam cumpridas, o pedestre é o primeiro que sofre com esta impunidade.