Contagem de Ciclistas em BH
Por quê contar Bicicletas?

Pensando nesta pergunta, o Institute for Transportation and Development Policy (ITDP) e a Transporte Ativo desenvolveram um manual que ajuda a medir o uso da bicicleta em determinado ponto de uma cidade. Em 2010, o MTB-BH foi convidado a colaborar com a BHTrans para a contagem de ciclistas em 6 trechos que foram selecionados para receber ciclovias em Belo Horizonte. As informações serão utilizadas pelo programa Pedala BH, da BHTrans
As contagens revelam números interessantes sobre como a bicicleta é utilizada:
- transporte, lazer, entregas;
- a quantidade de ciclistas que andam na “mão” ou na “contra-mão”
- idade;
- horários mais frequentes…

Tem que ensinar o PM a andar na rua…
As contagens aconteceram nos seguintes locais:
- Via 240 (Av. Risoleta Neves) (R. Norte)
- Rua Itaituba (R. Leste)
- Rua Prof. Moraes (R. Centro-Sul)
- Rua Dr. Álvaro Camargos (R. Venda Nova)
- Av. Américo Vespúcio (R. Noroeste)
- Av. do Canal (Continuação da Tereza Cristina) (R. Barreiro)

O Guia para Contagem de Ciclistas da Transporte ativo, bem como outras contagens realizadas em RJ e SP encontram-se aqui.
As mais de 1.700 fotos realizadas estão no nosso Flickr.
Parabéns ao colega Cicloativista Vinicius.
Apesar da pouca estrutura nossa ONG CICLOSAN – Associação dos Ciclistas de Santos e Região Metropolitana da Costa da Mata Atlântica, conseguimos algumas importantes pesquisas, apesar de nosso “Carro Chefe” ser uma Estatistica de Acidentes de Trânsito Envolvendo Ciclista, veiculos motorizados e de pedestres, no período de 1998 a 2010, que foi considerado um trabalho pioneiro no Brasil, segundo Diangóstico Nacional realizado em 2001, pela GEIPOT do Ministério dos Transportes.
Achei muito importante suas pesquisas e da maneira como foi demonstrada.
Oportunamete, enviarei nossos modelos, que alias, já foram repassados a UCB-União dos Ciclistas do Brasil, da qual faço parte como Conselheiro.
A contagem de bicicletas nas vias mais pertinentes apresetada por você, já fizemos umas poucas vezes com alguns resultados bons resultados, como também estatísticas, a seguir:
1.- ESTATISTICAS – Ciclovias implatadas mostraram um aumento de usuario de bicicletas em mais de 40%, enquanto os niveis de acidentes com bicicletas;
cairam em media 65%, que podem crescer ainda mais, desde que as ciclovias sejam normatizadas, conforme padrões estabelecidos pelo “Manual de Planejamento de Sisitemas Cicloviários do Ministério dos Transportes”.
1.1.- Por outro lado, ainda existem algumas pendências a serem resolvidas, como, em 2004, houve record de 17 óbitos de ciclistas, quando nos anos anteriores a média (1998 a 2003) foi de 8,8 mortes, numa dispersão entre 5 e 12.
1.2.- O pior é que destas 17 mortes, 58% foram por abalroamento, devido ao não cumprimento dos motorizados em relação aos Artigos 201 e 220 do CTB;
1.3.- Os veiculos que particiram destas tragédias foram onibus e caminhões em
82% destas.
3.- PESQUISA PRÓ-CICLOVIAS (Tipo censo – bairro a bairro, rua a rua, casa a casa), realizada entre 1997 a 1998, mostrou:
3.1.- Existir nas residências maior número de bicicletas que automóveis, porém quase 70% destas sem uso regular, por falta de segurança, ou seja, estrutura cicloviária integrada;
3.2.- 55% dos usuários de veículos motorizados, mudariam para bicicleta, quando a falta de estrutura acima citada, não mais existir.
Saudações Ciclo-Ecológicas
RUBENS DE OLIVEIRA BRAGA/74
(13) 3251-2685 / 8801-4096
Santos, 22/Agosto/2010 {14h05)
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Parabéns!!
Excelente iniciativa! Parabéns pela informação e que o poder publico tome iniciativa de criar espaços adequados para o ciclista em todas regiões de BH!