Próxima Competição
Vambora?

Postado pelo Vitório, no fórum do MTB-BH
Esse vídeo foi produzido por um amigo que mora atualmente em Amsterdã.
[youtube]tjr_GJKuH28[/youtube]
Direção:
Ricardo Portilho
Camera:
Ricardo Portilho
Vitor Peixoto
Edição:
Ricardo Portilho
Musica:
Composição e performance Fabiano Fonseca (Digitaria). Gravado no Andar Estúdio, Belo Horizonte/Brasil.
Mixado por Daniel Albinati (Digitaria).
www.digitariamusic.com.br
Parabéns público pelo trabalho Cabeça, o vídeo ficou lindo!
Esse vídeo foi produzido por um amigo que mora atualmente em Amsterdã.
[youtube]tjr_GJKuH28[/youtube]
Direção:
Ricardo Portilho
Camera:
Ricardo Portilho
Vitor Peixoto
Edição:
Ricardo Portilho
Musica:
Composição e performance Fabiano Fonseca (Digitaria). Gravado no Andar Estúdio, Belo Horizonte/Brasil.
Mixado por Daniel Albinati (Digitaria).
www.digitariamusic.com.br
Parabéns público pelo trabalho Cabeça, o vídeo ficou lindo!

Foi comemorado no dia 27 de setembro o 13º aniversário do Parque Estadual da Serra do Rola Moça que encerrou a Semana Florestal 2007. Para comemorar essa data foram realizadas no dia 29 várias atividades planejadas em conjunto por uma equipe do IEF, pela gestão do parque ligada a COPASA e pelo Mountain Bike BH.
A idéia de realizar palestras aos ciclistas da região se deveu ao fato de as dependências do parque e seu entorno serem frequentadas por eles desde os primórdios do mountain bike mineiro. Foram ministradas duas palestras, “Parque Estadual Serra do Rola Moça, 13 anos de conservação” cujo palestrante foi o geógrafo Alan Pessoa que trabalha na gestão do parque e “Ciclismo e Meio Ambiente” que correu sob a responsabilidade do nosso grupo.
Em uma atitude inédita em Minas Gerais (e quase com certeza no Brasil) foi permitido a um grupo de 60 ciclistas previamente inscritos a realizar um passeio ciclístico dentro do parque, a estrada onde ocorreu a pedalada fica fechada a visitação quase que em tempo integral. Essa experiência teve como idéia principal avaliar as condições de em um futuro próximo abrir de forma planejada e sustentável a possibilidade da realização de atividades cicloturísticas, recreativas e até mesmo desportivas nessa área.
Para que isso aconteça é necessário que nós ciclistas tenhamos plena consciência da necessidade de ajudarmos o trabalho das autoridades responsáveis por áreas de preservação que são em sua maioria áreas intangíveis e em recuperação, onde não é permitida a circulação de bicicletas.
Algumas trilhas tradicionais da região se encontram dentro da área de preservação do Rola Moça como a Copo D’água e a tradicional descida das antenas, ambas em áreas onde a entrada de bicicletas se encontra proibida. Essas áreas serão sinalizadas em breve, mas mais importante do que uma placa é a transmissão dessa informação e a colaboração de todos nós.
Alguns passos simples podem fazer toda a diferença na relação da gestão dos parques de todo país e os ciclistas que os frequentam.
Respeitar esses limites permite que os gestores dos parques sejam mais complacentes com a presença das bicicletas.
Se tudo der certo em breve teremos em nosso portal informações mais detalhadas sobre as áreas permitidas a ciclistas dentro de alguns parque de Minas Gerais e também a realização de outras atividades junto aos orgãos gestores de áreas de preservação do estado.
Desde já contamos com a colaboração de todos para que esse trabalho renda bons frutos.
Mais sobre esse evento:
IEF realiza passeio ecológico
Texto enviado por Eduardo Green, na Lista da T.A
Oi pessoal,
esse é um blog que mostra as mulheres chics de Copenhagen.. todas de bici! Esse post achei especial, pois além de mostrar uma moça de bota de salto alto em uma mountain bike, fala um pouco sobre uso de capacete. De acordo com os argumentos expostos, sim temos que usá-lo bastante no Brasil!
Visitem o site, é legal não só pelas cenas inusitadas (não parece que as pessoas realmente andam de bici com esses trajes…), mas pelos comentários do cotidiano “copenhaguense”…
udo

Threesome, originally uploaded by [Zakkaliciousness].
A random intersection in Copenhagen. The cyclist in the foreground is one of the 6% of Danes who wear helmets. Statistics show that increased bike usage in cities decreases risk of accident. Which is why, in Copenhagen, with our developed bike infrastructure, very few wear helmets. We’re not in contact with the traffic and the car drivers are cyclists, too.
There are no laws regarding helmet usage in this country. Which is, I believe, a good thing. The people who advocate it, here and elsewhere, seem to be one step from advocating inflatable suits for every people in the traffic and on the sidewalks. This “bubble wrap” mentality doesn’t appeal.
With that said, I would definately consider a helmet if I had to commute in cities elsewhere in the world that do not have any real bicycle culture. Here in Copenhagen I can trust the cars and the other bikes, not to mention the pedestrians. I wouldn’t trust them in London, New York or anywhere else like that.
It’s personal choice. And I prefer to leave it at that.
Someone sent me an interesting link about helmet laws: www.magma.ca/~ocbc/
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
Um cruzamento qualquer em Copenhagen. A Ciclista em primeiro plano é uma enre os 5% de Dinamarqueses que usam capacetes. As Estatisticas revelam que o aumento no uso de bicicletas nas cidades reduz o risco de acidentes. É por isso que, em Copenhagen, com nossa desenvolvida infraestrutura ciclistica, pouquissimos usam capacetes. Nós não interagimos com o trânsito e os motoristas, também são ciclistas.
Dito isso, Eu consideraria o capacete apenas se precisasse pedalar em cidades do mundo em que não há uma real cultura ciclistica. Aqui em Copenhagen posso confiar claramente em motoristas e ciclistas, sem mencionar os pedestres. Já em Londres, Nova York ou outras cidades…
É uma escolha pessoal. E assim prefiro que seja. Quem possuir links sobre leis envolvendo capacetes, favor enviar a www.magma.ca/~ocbc/ .
-=-=-=-=-
Ontem realizamos nosso 1º Desafio Intermodal, os participantes sairam da Pracinha do Coração Eucarístico por volta das 18h, indo até a Praça da Savassi. O trajeto foi de aproximadamente 9km e foram usados os seguintes meios de transporte: bicicleta, motocicleta, carro, ônibus, ônibus + metrô, corrida e a pé. Todos os participantes tiveram que passar por um posto de controle (PC) na esquina da Rua da Bahia com Av. Afonso Pena. Veja os pontos de largada, PC e chegada no mapa do Google Maps.
Os resultados foram muito interessantes, surpreendendo pelo fato do corredor ter chegado antes do automóvel.
Uma reportagem que cobriu o desafio pode ser vista aqui.
O resultado em números:
1º lugar: motocicleta
pc: 00:13 – chegada: 00:21
2º lugar: bicicleta
pc: 00:19 – chegada: 00:28
3º lugar: bicicleta
pc: 00:21 – chegada: 00:30
4º lugar: bicicleta
pc: 00:24 – chegada: 00:37
5º lugar: corrida
pc: 00:31 – chegada: 00:42
6º lugar: automóvel
pc: 00:28 – chegada: 00:44
7º lugar: metrô + ônibus
pc: 00:35 – chegada: 00:50
8º lugar: ônibus + a pé
pc: 00:47 – chegada: 01:04
9º lugar: ônibus com baldeação
pc: 00:46 – chegada: 01:05
10º lugar: ônibus direto
pc: 00:46 – chegada: 01:10
11º lugar: a pé
pc: 00:58 – chegada: 01:14